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Fabiano Vilaça dos Santos e Mônica da Silva Ribeiro (Org.)
Editora Traço Fino, 2019

Este livro nos brinda com excelentes estudos sobre a história política do período colonial dos Impérios ibéricos. Antenados com as discussões realizadas nos últimos 20 anos, são 16 capítulos escritos por professores já conceituados, mas também pesquisadores doutores e doutorandos que abordam diversas temáticas como atuações e jurisdições de importantes autoridades, a administração da justiça e hierarquias, além de redes governativas, comunicação política e poderes locais.

Camila Borges da Silva, Joana Monteleone e Paulo Debom (Org.)
Editora Alameda, 2018

A história na moda, a moda na história" é uma coletânea que reúne um conjunto de pesquisadores preocupados com alguns setores ainda “adormecidos” na historiografia, estabelecendo uma íntima correlação entre História e Moda. De simples termo, significando o uso corrente e adotado de vestir, em certas maneiras, gestos, estudos e exercícios, moda transformou-se em um conceito, à medida que constituía, por meio de uma nova experiência histórica, algumas de suas características que se faziam presentes desde muito tempo.

Camila Borges da Silva
Arquivo Nacional, 2018

O livro aborda a construção do Estado Imperial brasileiro durante o Primeiro Reinado sob um prisma diferente: apontando o papel das condecorações honoríficas concedidas por D. Pedro I nesse processo. Nele, o leitor encontrará um pouco da história dessas ordens – como as ordens de Cristo e do Cruzeiro –, os processos de concessão, os serviços realizados para obter uma condecoração e a distribuição delas pelas diferentes regiões do que veio a se constituir no Império do Brasil.

Tânia Bessone, Gladys Sabina Gonçalves e Beatriz Momesso (Org.)
Editora Alameda, 2018

A presente coletânea constitui o terceiro volume da coleção organizada por quatro historiadoras inseridas em investigações filiadas aos laboratórios da Universidade Federal Fluminense e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, integrantes fundadoras da Sociedade de Estudos dos Oitocentos (CEO), em 2013. Os textos aqui publicados refletem as mais recentes e qualificadas pesquisas sobre o período, desenvolvidas por professores e pesquisadores universitários e alunos de pós-graduação.

Lucia Maria Bastos Pereira Neves, Fátima Sá e Melo Ferreira e Guilherme Pereira das Neves (Org.)
Paco Editorial, 2018

Tal como se refere num dos capítulos deste livro, a razão de ser da história conceptual foi a de ajudar os historiadores a distinguir com maior clareza a sua linguagem analítica daquela utilizada nas fontes que estudam. O projeto sobre Linguagens da identidade e da diferença: classes, corporações, castas e raças, 1750-1870, reporta-se a um tempo de mudança política e cultural no qual se pretenderam questionar classificações sociais inscritas na ordem jurídica e identidades territoriais que se reputavam particularistas, em nome da consagração dos novos significados que se imputavam aos conceitos de cidadania e de nação.

Luiz Carlos Villalta
Editora FGV, 2016

Às vésperas da vinda da família real, nada indicava que em poucos anos os laços que uniam Portugal e América seriam desfeitos. Se, por um lado, os sinais de esgotamento não eram evidentes e tampouco unívocos, por outro, na virada do século XVIII para o XIX, a crítica à autoridade parecia se alastrar como praga em diferentes esferas da vida social.

Lucia Maria Bastos Pereira Neves e Lucia Maria Paschoal Guimarães (Org.)
Editora Contracapa, 2016

Para muitos publicistas de meados do Oitocentos, a imprensa tinha como objetivo primordial levantar “o edifício da civilização nacional”. No mundo brasiliense, por muitos anos, desde o início da imprensa, quando da América Portuguesa, reinaram os jornais políticos e informativos. A grande maioria dos periódicos então existentes dedicava-se fundamentalmente a discutir as questões políticas do momento. A criação de alguns outros, no entanto, apresentou um cunho literário, a exemplo de Variedades ou Ensaios de Literatura da Bahia, em 1812, e O Patriota, publicado no Rio de Janeiro no ano seguinte.

Luiz Carlos Vilalta
Editora Fino Traço, 2015

Nos últimos anos, vários escritos vieram à luz sobre a história do livro e da censura no mundo luso-brasileiro entre finais do século XVIII e inícios do XIX. Pouco, porém, se conhece ainda a respeito dos mecanismos de funcionamento da censura e das práticas de leitura que possibilitam repensar as sociabilidades culturais e as tensões que se estabelecem entre o poder do livro sobre o leitor e a liberdade deste último na ressignificação dos textos. Por meio de sua curiosidade insaciável, o livro de Luiz Carlos Villalta vem preencher essa lacuna.

José Murilo de Carvalho, Lucia Maria Bastos Pereira Neves e Marcello Basile
Editora UFMG e Humanitas, 2014

Série composta por quatro livros que apresenta a coleção de panfletos escritos à época da Independência do Brasil (1820-1823). Usados até agora de modo parcial e esporádico por historiadores, os panfletos estão aqui disponíveis para todos os interessados. A coleção não se pretende completa, talvez nunca o seja, mas é muito mais do que amostra, aproxima-se da totalidade dos panfletos que sobreviveram e que estão disponíveis nas principais bibliotecas, coleções e arquivos de Portugal, Brasil e Uruguai.

José Murilo de Carvalho e Lucia Maria Bastos Pereira Neves (Org.)
Editora EdUERJ, 2014

Levanta indagações que possibilitem novos estudos sobre a construção do Estado brasileiro no século XIX. Procura configurar teias de relações entre o Estado em construção e as tensões sociais a partir de três fenômenos centrais: nação, cidadania e Estado. Trabalhando novos olhares sobre a escravidão, a cultura letrada e as instituições jurídicas, contribui para maior conhecimento da história oitocentista do país.

Memória

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