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André Heraclio do Rego, Lucia Maria Bastos Pereira das Neves, Lucia Maria Paschoal Guimarães (Org.)
Alameda Editorial, 2021

Oliveira Lima abordou a problemática da independência em vários livros de sua vasta obra, numa perspectiva temporal que hoje poderíamos qualificar de longue durée, de longa duração, tal como definiu Fernand Braudel.

Fabiano Vilaça dos Santos e Mônica da Silva Ribeiro (Org.)
Editora Traço Fino, 2019

Este livro nos brinda com excelentes estudos sobre a história política do período colonial dos Impérios ibéricos. Antenados com as discussões realizadas nos últimos 20 anos, são 16 capítulos escritos por professores já conceituados, mas também pesquisadores doutores e doutorandos que abordam diversas temáticas como atuações e jurisdições de importantes autoridades, a administração da justiça e hierarquias, além de redes governativas, comunicação política e poderes locais.

Camila Borges da Silva, Joana Monteleone e Paulo Debom (Org.)
Editora Alameda, 2018

A história na moda, a moda na história" é uma coletânea que reúne um conjunto de pesquisadores preocupados com alguns setores ainda “adormecidos” na historiografia, estabelecendo uma íntima correlação entre História e Moda. De simples termo, significando o uso corrente e adotado de vestir, em certas maneiras, gestos, estudos e exercícios, moda transformou-se em um conceito, à medida que constituía, por meio de uma nova experiência histórica, algumas de suas características que se faziam presentes desde muito tempo.

Camila Borges da Silva
Arquivo Nacional, 2018

O livro aborda a construção do Estado Imperial brasileiro durante o Primeiro Reinado sob um prisma diferente: apontando o papel das condecorações honoríficas concedidas por D. Pedro I nesse processo. Nele, o leitor encontrará um pouco da história dessas ordens – como as ordens de Cristo e do Cruzeiro –, os processos de concessão, os serviços realizados para obter uma condecoração e a distribuição delas pelas diferentes regiões do que veio a se constituir no Império do Brasil.

Tânia Bessone, Gladys Sabina Gonçalves e Beatriz Momesso (Org.)
Editora Alameda, 2018

A presente coletânea constitui o terceiro volume da coleção organizada por quatro historiadoras inseridas em investigações filiadas aos laboratórios da Universidade Federal Fluminense e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, integrantes fundadoras da Sociedade de Estudos dos Oitocentos (CEO), em 2013. Os textos aqui publicados refletem as mais recentes e qualificadas pesquisas sobre o período, desenvolvidas por professores e pesquisadores universitários e alunos de pós-graduação.

Lucia Maria Bastos Pereira Neves, Fátima Sá e Melo Ferreira e Guilherme Pereira das Neves (Org.)
Paco Editorial, 2018

Tal como se refere num dos capítulos deste livro, a razão de ser da história conceptual foi a de ajudar os historiadores a distinguir com maior clareza a sua linguagem analítica daquela utilizada nas fontes que estudam. O projeto sobre Linguagens da identidade e da diferença: classes, corporações, castas e raças, 1750-1870, reporta-se a um tempo de mudança política e cultural no qual se pretenderam questionar classificações sociais inscritas na ordem jurídica e identidades territoriais que se reputavam particularistas, em nome da consagração dos novos significados que se imputavam aos conceitos de cidadania e de nação.

Luiz Carlos Villalta
Editora FGV, 2016

Às vésperas da vinda da família real, nada indicava que em poucos anos os laços que uniam Portugal e América seriam desfeitos. Se, por um lado, os sinais de esgotamento não eram evidentes e tampouco unívocos, por outro, na virada do século XVIII para o XIX, a crítica à autoridade parecia se alastrar como praga em diferentes esferas da vida social.

Lucia Maria Bastos Pereira Neves e Lucia Maria Paschoal Guimarães (Org.)
Editora Contracapa, 2016

Para muitos publicistas de meados do Oitocentos, a imprensa tinha como objetivo primordial levantar “o edifício da civilização nacional”. No mundo brasiliense, por muitos anos, desde o início da imprensa, quando da América Portuguesa, reinaram os jornais políticos e informativos. A grande maioria dos periódicos então existentes dedicava-se fundamentalmente a discutir as questões políticas do momento. A criação de alguns outros, no entanto, apresentou um cunho literário, a exemplo de Variedades ou Ensaios de Literatura da Bahia, em 1812, e O Patriota, publicado no Rio de Janeiro no ano seguinte.

Luiz Carlos Vilalta
Editora Fino Traço, 2015

Nos últimos anos, vários escritos vieram à luz sobre a história do livro e da censura no mundo luso-brasileiro entre finais do século XVIII e inícios do XIX. Pouco, porém, se conhece ainda a respeito dos mecanismos de funcionamento da censura e das práticas de leitura que possibilitam repensar as sociabilidades culturais e as tensões que se estabelecem entre o poder do livro sobre o leitor e a liberdade deste último na ressignificação dos textos. Por meio de sua curiosidade insaciável, o livro de Luiz Carlos Villalta vem preencher essa lacuna.

José Murilo de Carvalho, Lucia Maria Bastos Pereira Neves e Marcello Basile
Editora UFMG e Humanitas, 2014

Série composta por quatro livros que apresenta a coleção de panfletos escritos à época da Independência do Brasil (1820-1823). Usados até agora de modo parcial e esporádico por historiadores, os panfletos estão aqui disponíveis para todos os interessados. A coleção não se pretende completa, talvez nunca o seja, mas é muito mais do que amostra, aproxima-se da totalidade dos panfletos que sobreviveram e que estão disponíveis nas principais bibliotecas, coleções e arquivos de Portugal, Brasil e Uruguai.

Memória

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